Sarah Palin, ou como a religião vai destruir a humanidade
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Discursando perante a sua congregação católica, acerca da ida do seu filho para o Iraque, Sarah Palin apelou ao rebanho que rezasse "porque os nossos lideres estão a envia-los para uma tarefa que é a de Deus; é a isso que devemos rezar, porque existe um plano, e esse é o plano de Deus". Quando questionada sobre estas afirmações na sua entrevista com Charles Gibson, Palin desviou o assunto das suas convicções religiosas dizendo que apenas ecoava as palavras de Abraham Lincoln. O New York Times, mais tarde classificou esta resposta como "absurda". Foi pior do que absurda, foi uma mentira, calculada para esconder o verdadeiro carácter das suas baboseiras religiosas.
Todos os detalhes que surgiram sobre a vida de Palin no Alasca sugerem que se trata de uma devota e literalista no seu dogmatismo Cristão como qualquer outro homem ou mulher da região. Dada a sua longa afiliação com a Igreja da Assembleia de Deus, Palin muito provavelmente acredita que as profecias biblicas são um guia infalível para eventos futuros e que estamos a viver o "fim dos tempos". Isto significa que Palin acredita piamente que a história da humanidade se irá desenrolar a curto prazo, num cataclismo de guerra e mau tempo. Sem dúvida que Palin acredita que isto é algo positivo - pois todos os católicos irão ser elevados aos céus para cantarem com Jesus, enquanto que os não crentes, Judeus, Metodistas e outra escumalha, serão punidos para toda a eternidade num lago de fogo.
Tal como muitos Pentecostais, Palin deve mesmo imaginar que ela e o seu grupo de praticantes gozam do poder da profecia eles mesmo. Ou então, o que quereria ela dizer quando declarou à sua congregação "Deus vai dizer-vos o que se está a passar, e o que se passará, e vós podereis senti-lo dentro de vós mesmos".
O mundo assistiu já a 8 anos de administraçã0 americana tocada pela ideologia religiosa. A declaração de Bush, de ter consultado "um pai espiritual" antes de declarar guerra ao Iraque fez que muitos de nós engolissem em seco, mesmo antes de as atenções se virarem para outros sinais menos etéreos da sua incompetência. Apesar das preocupações acerca das duas crenças religiosas, nunca vi Bush como um fanático religioso pronto para nos conduzir ao fim do mundo bíblico. No caso de Palin, os seus apoiantes sabem que, embora ela não possa discutir o assunto daqui até 4 de Novembro se eleita, podem confiar nela para fazer o caminho até ao Dia do Julgamento por eles.
Tradução livre de um artigo de Sam Harris
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Discursando perante a sua congregação católica, acerca da ida do seu filho para o Iraque, Sarah Palin apelou ao rebanho que rezasse "porque os nossos lideres estão a envia-los para uma tarefa que é a de Deus; é a isso que devemos rezar, porque existe um plano, e esse é o plano de Deus". Quando questionada sobre estas afirmações na sua entrevista com Charles Gibson, Palin desviou o assunto das suas convicções religiosas dizendo que apenas ecoava as palavras de Abraham Lincoln. O New York Times, mais tarde classificou esta resposta como "absurda". Foi pior do que absurda, foi uma mentira, calculada para esconder o verdadeiro carácter das suas baboseiras religiosas.
Todos os detalhes que surgiram sobre a vida de Palin no Alasca sugerem que se trata de uma devota e literalista no seu dogmatismo Cristão como qualquer outro homem ou mulher da região. Dada a sua longa afiliação com a Igreja da Assembleia de Deus, Palin muito provavelmente acredita que as profecias biblicas são um guia infalível para eventos futuros e que estamos a viver o "fim dos tempos". Isto significa que Palin acredita piamente que a história da humanidade se irá desenrolar a curto prazo, num cataclismo de guerra e mau tempo. Sem dúvida que Palin acredita que isto é algo positivo - pois todos os católicos irão ser elevados aos céus para cantarem com Jesus, enquanto que os não crentes, Judeus, Metodistas e outra escumalha, serão punidos para toda a eternidade num lago de fogo.
Tal como muitos Pentecostais, Palin deve mesmo imaginar que ela e o seu grupo de praticantes gozam do poder da profecia eles mesmo. Ou então, o que quereria ela dizer quando declarou à sua congregação "Deus vai dizer-vos o que se está a passar, e o que se passará, e vós podereis senti-lo dentro de vós mesmos".
O mundo assistiu já a 8 anos de administraçã0 americana tocada pela ideologia religiosa. A declaração de Bush, de ter consultado "um pai espiritual" antes de declarar guerra ao Iraque fez que muitos de nós engolissem em seco, mesmo antes de as atenções se virarem para outros sinais menos etéreos da sua incompetência. Apesar das preocupações acerca das duas crenças religiosas, nunca vi Bush como um fanático religioso pronto para nos conduzir ao fim do mundo bíblico. No caso de Palin, os seus apoiantes sabem que, embora ela não possa discutir o assunto daqui até 4 de Novembro se eleita, podem confiar nela para fazer o caminho até ao Dia do Julgamento por eles.
Tradução livre de um artigo de Sam Harris
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